Todos nós contribuímos para o fenómeno do aquecimento global: com a energia que consumimos nas nossas casas; com as nossas opções de transporte em férias ou no dia-a-dia; com os resíduos que produzimos… Mas se todos somos responsáveis, não podemos ficar à espera que "os outros" encontrem solução para este problema...
quarta-feira, janeiro 20, 2010
«TWIST – a tua energia faz a diferença»
O principal objectivo deste projecto é sensibilizar os jovens para o tema da eficiência energética e das alterações climáticas, através do desenvolvimento de acções em todas as escolas secundárias do país, que visam uma mudança de comportamentos coerente com um futuro sustentável.
twisters: Os principais protagonistas!
Trata-se de um grupo de quatro alunos e um professor de cada escola secundária do país, cuja principal responsabilidade será implementar acções na escola no âmbito da temática da eficiência energética e alterações climáticas, durante o ano lectivo de 2009 – 2010.
Na sequência do trabalho realizado pelo Colégio Valsassina no combate às alterações climáticas foi natural a nossa adesão a este projecto.
A equipa responsável é constituida pelas alunas: Beatriz Costeira (11º1); Filipa Mendes (12º1A); Margarida Costa (12º1B); Rita Ferrito (12º1B) e João Gomes (prof. Biologia).
A esta equipa pretendemos que se juntem todos os alunos da escola!
Para mais informações consultar: http://www.twist.edp.pt/
domingo, novembro 08, 2009
Pequenos pulmões para grandes cidades
"As coberturas são cada vez mais importantes", afirma o arquitecto Manuel Salgado, vereador da câmara de Lisboa para o urbanismo e planeamento estratégico. "Em Lisboa, essa solução ganha uma importância ainda maior a nível estético". Estes pequenos pulmões podem mesmo servir como reguladores térmicos da cidade. Segundo Manuel Salgado, a opção "pode reduzir dois a três graus centígrados na temperatura das cidades". Sendo certo que não substituem os jardins, "permitem respiração e ajudam a diminuir o efeito de estufa". Os chamados telhados verdes facilitam a circulação atmosférica, absorvem a água das chuvas e contribuem para uma redução do consumo energético devido aos seus poderes isoladores, e permitem ainda um isolamento acústico mais eficaz. Enquanto uma cobertura normal pode aquecer até aos 60 graus, uma com relvado chega apenas aos 25: a diferença reflecte-se na diminuição do uso de ar condicionado, na factura energética (redução de custos entre 20 a 30%) e na pegada ecológica (adaptado de www.ionline.pt).
Num projecto dinamizado pelas disciplinas de Área-Projecto e Biologia, do 12º ano, pretende-se estudar, projectar e por fim, instalar um telhado verde. Este projecto enquadra-se também na estratégia interna de combate as alterações climáticas que tem como meta reduzir, até 2012, a nossa pegada carbónica em 10%.
quinta-feira, julho 09, 2009
Pegada Carbónica do Colégio Valsassina (2006/07 – 2007/08): Redução de 14% das emissões GEE

Contudo, consideramos que este valor acarreta uma maior responsabilidade para assegurar o cumprimento da meta final, até 2012.
Não obstante, os dados apresentados levam-nos a repensar a forma como são organizadas as viagens, sobretudo as realizadas de avião. Impõe-se concluir o estudo, iniciado em Janeiro de 2008, sobre a possibilidade de compensar estas deslocações.
Verificamos que as emissões de âmbito 3 têm sofrido flutuações as quais acabam por influenciar de forma directa o valor final da pegada carbónica.
A importância e utilidade da ferramenta para o Colégio Valsassina
Reconhece ainda a importância de não esperar para agir e por isso assume voluntariamente o compromisso de gerir as emissões de carbono afectas à sua actividade, tendo em mente a sua visão e missão perante esta problemática, o que implica:
a) Actualizar anualmente o inventário de gases com efeito de estufa/pegada de carbono. A ferramenta construída será a base deste diagnóstico;
b) Definir, manter e actualizar o Plano de Acção Climática;
c) Definir e actualizar um plano/política de compensação das emissões de gases com efeito de estufa associadas à sua actividade anual;
d) Estabelecer e rever os seus objectivos e metas de redução tendo em vista tornar-se uma low carbon school;
e) Considerar o impacto carbónico, da fabricação e operação, dos produtos e serviços que utiliza ou venha a adquirir;
f) Comunicar interna e externamente os resultados obtidos, de modo a sensibilizar, educar e mobilizar a comunidade escolar para a alteração de comportamentos e para a questão das alterações climáticas.
A ferramenta para cálculo da pegada carbónica do Colégio Valsassina (2)
- A definição/escolha da metodologia de acordo com as directrizes do PGEE;
- A definição das fronteiras organizacionais e operacionais, nomeadamente a escolha dos 3 âmbitos;
- A determinação dos factores de emissão/conversão;
- O trabalho de parceria com a Ecoprogresso.
· Introduzir os dados para cada ano até 2011/2012;
· Apresentar o cálculo anual de emissões até 2011/2012;
· Visualizar o resultado da pegada até 2012 numa tabela resumo;
· Visualizar os gráficos da pegada de carbono até 2012 por ano e por fonte/actividade e por âmbito considerado:
· Acompanhar o cumprimento da meta de 2% ao ano e 10% até 2012;
Tem ainda a potencialidade de construir cenários.
A caminho de uma low carbon school: a construção de uma ferramenta para cálculo da pegada carbónica do Colégio (1)
O seu promotor é o Colégio Valsassina, através da Equipa da Energia, criada no âmbito do Conselho Eco-Escola. Para o desenvolvimento deste projecto foi criada uma parceria estratégica com a Ecoprogresso – Consultores em Ambiente e Desenvolvimento. Esta parceria permite-nos: adoptar e validar a metodologia mais adequada aos objectivos do Colégio, a formação dos elementos envolvidos; e o acompanhamento de todos os trabalhos.
Pretende-se elaborar e implementar um sistema de Gestão de Carbono associado às actividades do Colégio Valsassina, de forma a integrar as diversas questões ambientais onde o Colégio tem impacte, sob uma capa que abranja as Alterações Climáticas, a mais premente e actual ameaça ambiental, com importantes repercussões económicas e sociais.
Procedemos à construção de uma ferramenta para cálculo da pegada carbónica. Para tal, recorremos à metodologia de cálculo e comunicação de informação proposta pelo Protocolo de Gases com Efeito de Estufa (PGEE) que propõe, numa fase anterior ao cálculo da estimativa de emissões, o estabelecimento das fronteiras organizacionais e operacionais. Esta tarefa tem por objectivo identificar o universo de diferentes elementos abrangidos como sejam, por exemplo, todas as áreas de actividade da organização, os limites da sua ocupação geográfica e respectiva localização. Optámos por recolher dados relativos aos três âmbitos definido no PGEE, por considerar que estes oferecem um quadro de referência de registos abrangente, para gerir e reduzir as emissões directas e indirectas do Colégio Valsassina.
sexta-feira, julho 03, 2009
Visitas de estudo 2008/09 neutras em carbono
Uma das opções estratégicas deste projecto relaciona-se com a compensação de emissões inevitáveis, designadamente as que estão associadas às visitas de estudo, para o exterior do concelho de Lisboa.
As emissões GEE associadas a estas actividades correspondem, em 2008/09, a um total de 29 ton CO2 que, pelo terceiro ano consecutivo, serão compensadas.
É mais um passo a caminho de uma "Low Carbon School..."
quinta-feira, abril 16, 2009
domingo, abril 12, 2009
Fundo de carbono do Colégio Valsassina - primeira aplicação
Um dos instrumentos de apoio ao fundo de carbono foi a criação da «Taxa de Carbono» no Colégio Valsassina, a qual foi pela primeira vez aplicada às mensalidades em Dezembro de 2008.
• Financiar no todo ou em parte o Fundo de Carbono do Colégio Valsassina;
• Contribuir para o cumprimento da meta de redução da pegada carbónica do Colégio Valsassina em 10% até 2012 (tendo por referência o ano base de 2006/07);
• Envolver toda a comunidade escolar em torno de um esforço comum: combater um problema de todos e tornar o Colégio Valsassina uma Low Carbon School;
• Contribuir para sensibilizar e educar a comunidade escolar no sentido da redução das emissões de gases com efeito de estufa.
Outras medidas já estão em preparação. Brevemente daremos mais notícias.segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Seminário «Mercado de Carbono: regulado e voluntário»
Deste modo, é objectivo do presente Seminário, enquadrado na temática das Alterações Climáticas, apresentar o processo de Verificação CELE, através da abordagem das respectivas fases e metodologia e da experiência das verificações ocorridas nos últimos dois anos em Portugal.
segunda-feira, dezembro 01, 2008
Documentário + a Sul
quinta-feira, novembro 06, 2008
Uma solução para o excesso de CO2?
sexta-feira, outubro 31, 2008
Somos todos culpados!
sexta-feira, outubro 10, 2008
Fundo de carbono no Colégio Valsassina 2008-2012
Num mundo em que as Alterações Climáticas constituem um dos maiores desafios para a sustentabilidade do planeta, é obrigação de toda a sociedade conhecer o seu impacte no clima bem como agir de forma a caminhar para um futuro menos intensivo em carbono.
Pelo caminho, ao envolver toda a comunidade escolar no combate às Alterações Climáticas, o Colégio Valsassina acredita que a sua política educativa sustentável pode contribuir para a excelência da educação ambiental da futura geração de engenheiros, arquitectos, cientistas, gestores, políticos e cidadãos para que eles próprios sejam líderes capazes de desenvolver soluções eficazes para enfrentar um Clima em Mudança.
Para tornar o Colégio Valsassina uma Low Carbon School é fundamental envolver toda a comunidade escolar e desenvolver processos de apoio à concretização de medidas de redução da pegada carbónica e de compensação de emissões. Para tal será criado um fundo de carbono no Colégio Valsassina através do qual se pretende financiar medidas de redução, de compensação e de comunicação.
Um dos instrumentos de apoio ao fundo de carbono é a criação da «Taxa de Carbono» no Colégio Valsassina.
Esta «Taxa de Carbono» visa:
- Financiar no todo ou em parte o Fundo de Carbono do Colégio Valsassina;
- Contribuir para o cumprimento da meta de redução da pegada carbónica do Colégio Valsassina em 10% até 2012 (tendo por referência o ano base de 2006/07);
- Envolver toda a comunidade escolar em torno de um esforço comum: combater um problema de todos e tornar o Colégio Valsassina uma Low Carbon School;
- Contribuir para sensibilizar e educar a comunidade escolar no sentido da redução das emissões de gases com efeito de estufa.
Estão previstos vários instrumentos passíveis de executar o fundo de carbono. Estes irão acompanhar a implementação da estratégia do Colégio Valsassina a caminho de uma Low Carbon School.
Estratégia e Política Low Carbon School para 2008-2012
Aqui deixamos apenas uma parte desse documento. Todos os interessados em consultar a versão completa devem solicitá-lo para o e-mail ecovalsassina@hotmail.com
Estratégia do Colégio Valsassina para as Alterações Climáticas
Demonstrando a sua responsabilidade climática, o Colégio Valsassina compromete-se a aproveitar o seu conhecimento e potencial educativo para actuar como catalisador da sustentabilidade da comunidade, contribuindo para uma geração futura mais adaptada a um clima em mudança. Através do seu Programa interno de Gestão Voluntária de Carbono, e integrando ética e ciência, o Colégio Valsassina está empenhado em educar e mobilizar toda a comunidade escolar com vista a tornar-se numa low carbon school.
“No institutions in modern society are better equipped to catalyse the necessary transition to a sustainable world than colleges and universities. They have access to the leaders of tomorrow and the leaders of today. What they do matters to the wider public” – David W. Orr, professor no College Oberlin e autor de “the last refuge” in Higher Education in a Warming World.
Visão
Num mundo em que as Alterações Climáticas constituem um dos maiores desafios para a sustentabilidade do planeta, é obrigação de toda a sociedade conhecer o seu impacte no clima bem como agir de forma a caminhar para um futuro menos intensivo em carbono. O Colégio Valsassina está, por isso, empenhado em tornar-se numa Low Carbon School. A construção desta identidade passa pela adopção de práticas climaticamente responsáveis que integram princípios éticos e a vanguarda do conhecimento científico em matéria de redução de emissões de gases com efeito de estufa.
Pelo caminho, ao envolver toda a comunidade escolar no combate às Alterações Climáticas, o Colégio Valsassina acredita que a sua política educativa sustentável pode contribuir para a excelência da educação ambiental da futura geração de engenheiros, arquitectos, cientistas, gestores, políticos e cidadãos para que eles próprios sejam líderes capazes de desenvolver soluções eficazes para enfrentar um Clima em Mudança.
Missão
“Students on today’s campuses are helping to lead the way now, and will soon be the leaders in business and governments who will be called on to address this ongoing worldwide threat.” – Al Gore, antigo vice-presidente dos EUA, em Abril de 2007 num programa do NWF Chill out: Campus solutions to Global Warming in Higher Education in a Warming World.
Para concretizar a sua visão, o Colégio Valsassina criou um programa interno de Gestão Voluntária do Carbono onde pretende envolver e orientar toda a comunidade escolar no caminho a percorrer para se tornar uma Low Carbon School.
O caminho a percorrer passa por contabilizar, reduzir, compensar (de acordo com a sua política de compensação) e comunicar a sua pegada de carbono seguindo orientações e metodologias reconhecidas e internacionalmente aceites.
Educar e mobilizar são as palavras-chave.
Contamos com toda a comunidade escolar para trilhar este caminho connosco...
quarta-feira, setembro 10, 2008
Compensação de emissões - A opção pelo Projecto Extensity
«O contributo das pastagens permanentes semeadas biodiversas ricas em leguminosas para o sequestro de carbono»
http://extensity.ist.utl.pt
O projecto promove a valorização deste esforço dos agricultores de duas formas: através de sistemas de certificação como Modo de Produção Biológico e Norma de Sustentabilidade Garantida, que asseguram a diferenciação dos seus produtos e a sua melhor remuneração pelos consumidores; e pela promoção da remuneração dos seus serviços ambientais e sociais pelo Estado e por entidades privadas. É neste sentido que as pastagens semeadas biodiversas e o sequestro de carbono em geral se enquadram.
quinta-feira, julho 03, 2008
Pegada Carbónica do Colégio Valsassina
A pegada carbónica, diz respeito ao total de emissões de GEE obtidas pelo inventário efectuado retirando o total de emissões que foram compensadas por este.
No ano a que se refere o inventário de emissões, o ano lectivo 2006/2007, o Colégio Valsassina foi pioneiro ao associar algumas das suas acções uma mensagem de responsabilidade climática recorrendo à compensação. As seguintes actividades foram compensadas:
- 100% das visitas de estudos e passeios organizados pelo Colégio Valsassina, em autocarro, para o exterior do concelho de Lisboa, realizadas em 2007, totalizando 19 t CO2e;
- 1 viagem de avião realizada a Londres, onde 2 alunos e um professor participaram na semana organizada pelo British Council dedicada a “greening cities”, totalizando 3 t CO2e.
Para anular o efeito de estufa destas 22 t CO2e, o Colégio Valsassina resolveu apoiar um projecto de produção de electricidade e calor a partir da biomassa em Karnataka, na Índia com o selo “gold standard” e ainda no cancelamento de licenças de emissão no âmbito do comércio europeu de licenças de emissão.
Sendo assim, considerando este total de toneladas de carbono compensadas, a pegada carbónica do Colégio Valsassina mantém-se em 94 toneladas de GEE directas e indirectas de comunicação obrigatória (âmbito 1 e 2) e de 425 toneladas de GEE indirectas de reporte voluntário.
segunda-feira, junho 30, 2008
Logotipo - Projecto GVC - Nova proposta
terça-feira, junho 10, 2008
WORKSHOP "A CAMINHO DE UMA LOW CARBON SCHOOL" - SÍNTESE DOS GRUPOS DE TRABALHO
Grupo de discussão: Redução
Moderador: Filipa Louro
Resultados da discussão em grupo:
- Ajustar torneiras com temporizador
- Racionalizar os consumos
- Reforço da sensibilização: acções mais efectivas (concurso eco-turmas, acções de limpeza)
- Utilização de mais papel reciclado
- Substituição voluntária dos babetes descartáveis acompanhada de sensibilização/explicação aos pais
- Certos equipamentos como ar condicionado devem ser utilizados apenas em certas ocasiões
- Isolamento das janelas de alguns edifícios
- Continuar o esforço na poupança de papel
o Envio de circulares por e-mail
o Evitar o envio de informações em papel em duplicado
o Entrega de trabalhos em formato digital
o Impressão frente e verso
o Caixote de papel de rascunho na biblioteca
o Reutilização dos manuais escolares
o Envio eletrónico de recibos
Grupo de discussão: Compensação
Moderador: António Grilo
Resultados da discussão em grupo:
- Medidas a nível nacional:
o Contribuem para ajudar o Governo
o Envolvem a comunidade; são mais sensibilizadoras
o Se possível a nível regional, o mais próximo possível do Colégio - Medidas a nível Internacional:
o Temos uma razão moral porque os países em desenvolvimento sustentam o nosso conforto - Certificação
o Sim, por entidades credíveis;
o Ter em atenção o balanço entre o impacto real dos projectos versus certificação
o Estamos dispostos a pagar mais por um projecto mais credível, tendo em conta o benefício.
- Duração
o O mais longo possível atendendo às necessidades e tendo em conta o ciclo de vida das matérias primas
Benefícios directos/indirectos: Devem escolher-se soluções de compromisso entre os benefícios: analisar os projectos caso a caso
O que compensar?
Se tivermos capacidade compensar todas as emissões
Caso contrário compensar as mais expressivas
Grupo de discussão: Financiamento
Moderador: Joana Magalhães da Silva
Resultados da discussão em grupo:
- Empregar 1 € do que se paga pelo Colégio na G.V.C.
- Contactar patrocinadores através da divulgação dos projectos (empresas dos pais) uma vez que se sabe que há empresas em que essas acções “contam” para a responsabilidade social
Paineis fotovoltaicos como fonte de financiamento uma vez que a energia se pode vender - Evitar-se as viagens de avião como forma de poupar dinheiro em compensação e em reduzir emissões
- Registar a patente do prjecto e vendê-la a outras escolas uma vez que somos pioneiros e temos experiência de estar dentro do Colégio e de trabalhar dentro do projecto
- Contactar a C.M.L. para (re)florestação do Colégio
- Vender plásticos velhos para reciclagem/tinteiros
- Voluntário:
- Cálculo das emissões totais da deslocação casa-escola e escola-casa durante um ano e saber a que quantia corresponde em termos de compensação (comprar créditos)
- Saber com quanto se deve contribuir mensalmente
- Aplicar o dinheiro no fundo de carbono do Colégio
- Divulgar/publicitar o que fazemos e através disso conseguir parcerias com empresas, o que acaba por ser a única fonte de financiamento



