quarta-feira, janeiro 20, 2010

«TWIST – a tua energia faz a diferença»

«TWIST – a tua energia faz a diferença» é um projecto da EDP Serviço Universal e da Sair da Casca dedicado aos alunos do ensino secundário.

O principal objectivo deste projecto é sensibilizar os jovens para o tema da eficiência energética e das alterações climáticas, através do desenvolvimento de acções em todas as escolas secundárias do país, que visam uma mudança de comportamentos coerente com um futuro sustentável.
twisters: Os principais protagonistas!
Trata-se de um grupo de quatro alunos e um professor de cada escola secundária do país, cuja principal responsabilidade será implementar acções na escola no âmbito da temática da eficiência energética e alterações climáticas, durante o ano lectivo de 2009 – 2010.
Na sequência do trabalho realizado pelo Colégio Valsassina no combate às alterações climáticas foi natural a nossa adesão a este projecto.
A equipa responsável é constituida pelas alunas: Beatriz Costeira (11º1); Filipa Mendes (12º1A); Margarida Costa (12º1B); Rita Ferrito (12º1B) e João Gomes (prof. Biologia).

A esta equipa pretendemos que se juntem todos os alunos da escola!
Para mais informações consultar: http://www.twist.edp.pt/

domingo, novembro 08, 2009

Pequenos pulmões para grandes cidades

“Pequenos pulmões para grandes cidades” é o nome escolhido para o projecto de construção de um telhado verde para um dos edifícios do Colégio Valsassina.
"As coberturas são cada vez mais importantes", afirma o arquitecto Manuel Salgado, vereador da câmara de Lisboa para o urbanismo e planeamento estratégico. "Em Lisboa, essa solução ganha uma importância ainda maior a nível estético". Estes pequenos pulmões podem mesmo servir como reguladores térmicos da cidade. Segundo Manuel Salgado, a opção "pode reduzir dois a três graus centígrados na temperatura das cidades". Sendo certo que não substituem os jardins, "permitem respiração e ajudam a diminuir o efeito de estufa". Os chamados telhados verdes facilitam a circulação atmosférica, absorvem a água das chuvas e contribuem para uma redução do consumo energético devido aos seus poderes isoladores, e permitem ainda um isolamento acústico mais eficaz. Enquanto uma cobertura normal pode aquecer até aos 60 graus, uma com relvado chega apenas aos 25: a diferença reflecte-se na diminuição do uso de ar condicionado, na factura energética (redução de custos entre 20 a 30%) e na pegada ecológica (adaptado de www.ionline.pt).
Num projecto dinamizado pelas disciplinas de Área-Projecto e Biologia, do 12º ano, pretende-se estudar, projectar e por fim, instalar um telhado verde. Este projecto enquadra-se também na estratégia interna de combate as alterações climáticas que tem como meta reduzir, até 2012, a nossa pegada carbónica em 10%.

quinta-feira, julho 09, 2009

Pegada Carbónica do Colégio Valsassina (2006/07 – 2007/08): Redução de 14% das emissões GEE


Para o cálculo da pegada carbónica anual definimos que cada ano lectivo corresponde ao período compreendido entre Setembro e Agosto do ano seguinte. Deste modo, é possível incluir toda a actividade da escola. Assim, em cada ano lectivo propomo-nos a calcular a pegada carbónica do ano anterior.De referir que o ano lectivo 2006/07 constituiu um ano de teste. Coincidiu com o início do projecto, tendo sido o primeiro ano a proceder a uma recolha detalhada dos dados necessários ao cálculo da pegada carbónica. Contudo, entre Dezembro de 2006 e Agosto de 2007 o Colégio passou por intensas obras de remodelação. Registou-se um aumento do número e volume de edifícios e aumentou-se a quantidade de muitos equipamentos. Deste modo, consideramos mais correcto adoptar o período correspondente entre Setembro de 2007 e Agosto 2008 (que corresponde ao ano lectivo 07/08) como o ano base para as análises necessárias à evolução da pegada carbónica.

Verifica-se assim, que a pegada carbónica em 2007/08 é de 444 tonCO2e. O que representa uma redução de 75 tonCO2e relativamente ao ano lectivo anterior, representando uma quebra de 14%.
Contudo, consideramos que este valor acarreta uma maior responsabilidade para assegurar o cumprimento da meta final, até 2012.
Não obstante, os dados apresentados levam-nos a repensar a forma como são organizadas as viagens, sobretudo as realizadas de avião. Impõe-se concluir o estudo, iniciado em Janeiro de 2008, sobre a possibilidade de compensar estas deslocações.
Verificamos que as emissões de âmbito 3 têm sofrido flutuações as quais acabam por influenciar de forma directa o valor final da pegada carbónica.

Em relação às emissões associadas à produção de electricidade adquirida, tem-se verificado uma tendência para um aumento que, em parte, pode ser justificado pelo processo de instalação em algumas salas de aparelhos de climatização, na sequência conclusão das obras iniciadas em 2007. Não obstante, estes valores devem ser alvo de uma urgente avaliação.

A importância e utilidade da ferramenta para o Colégio Valsassina

Num mundo em que as Alterações Climáticas constituem um dos maiores desafios para a sustentabilidade do planeta o Colégio Valsassina, reforçando a sua condição de Espaço/Quinta, reconhece que a gestão voluntária do carbono e o combate às alterações climáticas passa em grande medida pela redução de emissões de Gases com Efeito de Estufa, por aumentos de eficiência, em particular, eficiência energética e pela utilização racional dos recursos naturais.
Reconhece ainda a importância de não esperar para agir e por isso assume voluntariamente o compromisso de gerir as emissões de carbono afectas à sua actividade, tendo em mente a sua visão e missão perante esta problemática, o que implica:
a) Actualizar anualmente o inventário de gases com efeito de estufa/pegada de carbono. A ferramenta construída será a base deste diagnóstico;
b) Definir, manter e actualizar o Plano de Acção Climática;
c) Definir e actualizar um plano/política de compensação das emissões de gases com efeito de estufa associadas à sua actividade anual;
d) Estabelecer e rever os seus objectivos e metas de redução tendo em vista tornar-se uma low carbon school;
e) Considerar o impacto carbónico, da fabricação e operação, dos produtos e serviços que utiliza ou venha a adquirir;
f) Comunicar interna e externamente os resultados obtidos, de modo a sensibilizar, educar e mobilizar a comunidade escolar para a alteração de comportamentos e para a questão das alterações climáticas.
Conhecer, anualmente, a pegada carbónica do Colégio Valsassina permite-nos avaliar o trabalho realizado, e decidir qual ou quais os sectores cuja acção deve ser prioritária. Como tal, anualmente são definidos, e avaliados, planos de redução e compensação.
Mas, acima de tudo, neste preciso momento pensamos estar em condições para analisar os dados dos últimos 2 anos e, com o apoio da ferramenta para cálculo da pegada carbónica, decidir qual a melhor forma de atingir a meta de 10% de redução, até 2012.

A ferramenta para cálculo da pegada carbónica do Colégio Valsassina (2)

A ferramenta para cálculo da pegada carbónica do Colégio Valsassina foi construída entre Novembro de 2008 e Maio de 2009. Tem como base:
- A definição/escolha da metodologia de acordo com as directrizes do PGEE;
- A definição das fronteiras organizacionais e operacionais, nomeadamente a escolha dos 3 âmbitos;
- A determinação dos factores de emissão/conversão;
- O trabalho de parceria com a Ecoprogresso.
A ferramenta foi construída em suporte Excel, para o horizonte 2008-2012, tendo em consideração o período definido para a primeira fase do projecto “Gestão Voluntária de Carbono: a caminho de uma low carbon school”. A sua construção foi um trabalho coordenado pela Ecoprogresso e articulado com os elementos da equipa da energia do Colégio Valsassina, em particular o grupo de alunos.
Pretendemos que a ferramenta proposta nos apoie no tratamento da informação e na condução dos trabalhos de modo a atingir a meta final de redução, em 2012, mas também se caracterize por ser pedagógica, ou seja, que possa “ensinar a comunidade escolar” do que está a ser bem feito ou o que precisa de melhoria e nos indique qual o melhor caminho a seguir.
Esta ferramenta permite:
· Introduzir os dados para cada ano até 2011/2012;
· Apresentar o cálculo anual de emissões até 2011/2012;
· Visualizar o resultado da pegada até 2012 numa tabela resumo;
· Visualizar os gráficos da pegada de carbono até 2012 por ano e por fonte/actividade e por âmbito considerado:
· Acompanhar o cumprimento da meta de 2% ao ano e 10% até 2012;

Tem ainda a potencialidade de construir cenários.

A caminho de uma low carbon school: a construção de uma ferramenta para cálculo da pegada carbónica do Colégio (1)

“A caminho de uma Low Carbon School” é o nome de um projecto que pretende, ao nível local, combater as alterações climáticas e pôr em prática políticas sustentáveis na área da energia e transportes.
O seu promotor é o Colégio Valsassina, através da Equipa da Energia, criada no âmbito do Conselho Eco-Escola. Para o desenvolvimento deste projecto foi criada uma parceria estratégica com a Ecoprogresso – Consultores em Ambiente e Desenvolvimento. Esta parceria permite-nos: adoptar e validar a metodologia mais adequada aos objectivos do Colégio, a formação dos elementos envolvidos; e o acompanhamento de todos os trabalhos.
Pretende-se elaborar e implementar um sistema de Gestão de Carbono associado às actividades do Colégio Valsassina, de forma a integrar as diversas questões ambientais onde o Colégio tem impacte, sob uma capa que abranja as Alterações Climáticas, a mais premente e actual ameaça ambiental, com importantes repercussões económicas e sociais.
Procedemos à construção de uma ferramenta para cálculo da pegada carbónica. Para tal, recorremos à metodologia de cálculo e comunicação de informação proposta pelo Protocolo de Gases com Efeito de Estufa (PGEE) que propõe, numa fase anterior ao cálculo da estimativa de emissões, o estabelecimento das fronteiras organizacionais e operacionais. Esta tarefa tem por objectivo identificar o universo de diferentes elementos abrangidos como sejam, por exemplo, todas as áreas de actividade da organização, os limites da sua ocupação geográfica e respectiva localização. Optámos por recolher dados relativos aos três âmbitos definido no PGEE, por considerar que estes oferecem um quadro de referência de registos abrangente, para gerir e reduzir as emissões directas e indirectas do Colégio Valsassina.

sexta-feira, julho 03, 2009

Visitas de estudo 2008/09 neutras em carbono

Através do seu Programa interno de Gestão Voluntária de Carbono, e integrando ética e ciência, o Colégio Valsassina está empenhado em educar e mobilizar toda a comunidade escolar com vista a tornar-se numa Low Carbon School.
Uma das opções estratégicas deste projecto relaciona-se com a compensação de emissões inevitáveis, designadamente as que estão associadas às visitas de estudo, para o exterior do concelho de Lisboa.
As emissões GEE associadas a estas actividades correspondem, em 2008/09, a um total de 29 ton CO2 que, pelo terceiro ano consecutivo, serão compensadas.
É mais um passo a caminho de uma "Low Carbon School..."

domingo, abril 12, 2009

Fundo de carbono do Colégio Valsassina - primeira aplicação

Para tornar o Colégio Valsassina uma Low Carbon School é fundamental envolver toda a comunidade escolar e desenvolver processos de apoio à concretização de medidas de redução da pegada carbónica e de compensação de emissões. Para tal foi criado, em Julho de 2008, um fundo de carbono no Colégio Valsassina através do qual se pretende financiar medidas de redução, de compensação e de comunicação.
Um dos instrumentos de apoio ao fundo de carbono foi a criação da «Taxa de Carbono» no Colégio Valsassina, a qual foi pela primeira vez aplicada às mensalidades em Dezembro de 2008.

Esta «Taxa de Carbono» tem por objectivos:
• Financiar no todo ou em parte o Fundo de Carbono do Colégio Valsassina;
• Contribuir para o cumprimento da meta de redução da pegada carbónica do Colégio Valsassina em 10% até 2012 (tendo por referência o ano base de 2006/07);
• Envolver toda a comunidade escolar em torno de um esforço comum: combater um problema de todos e tornar o Colégio Valsassina uma Low Carbon School;
• Contribuir para sensibilizar e educar a comunidade escolar no sentido da redução das emissões de gases com efeito de estufa.

A primeira aplicação deste fundo, realizou-se no passado dia 26 de Março, e envolveu todas as turmas do 1º ciclo na plantação de árvores nos espaços verdes do Colégio Valsassina. Pretendemos desta foram, sensibilizar uma parte da comunidade para a importância de combater as alterações climáticas e, ao mesmo tempo, envolver e responsabilizar os alunos para o trabalho que todos temos pela frente para reduzir a pegada carbónica da nossa escola e, com isso, contribuir para uma melhoria do ambiente do planeta.

Outras medidas já estão em preparação. Brevemente daremos mais notícias.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Seminário «Mercado de Carbono: regulado e voluntário»

O Núcleo de Ambiente, Segurança, Saúde e Qualidade (NASSQ) do Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz (ISCSEM) vai organizar no próximo dia 14 de Fevereiro, o seminário «Mercado de Carbono: Regulado e Voluntário».
Sendo a problemática das Alterações Climáticas reconhecida mundialmente e o seu combate uma necessidade que urge, surgiram um conjunto de instrumentos de acção no sentido de reduzir as emissões de Gases de Efeitos de Estufa (GEE). Ao nível da União Europeia, a constituição do comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE) representa um papel fulcral na estratégia de luta contra as Alterações Climáticas.
Deste modo, é objectivo do presente Seminário, enquadrado na temática das Alterações Climáticas, apresentar o processo de Verificação CELE, através da abordagem das respectivas fases e metodologia e da experiência das verificações ocorridas nos últimos dois anos em Portugal.
(texto retirado de http://www.nassq.com/)
O nosso projecto Gestão Voluntária de Carbono - A caminho de uma Low Carbon School vai ser uma das comunicações apresentadas no âmbito da "A experiência das empresas com iniciativas de carácter voluntário".

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Documentário + a Sul

+ a Sul é um documentário de divulgação científica que ilustra o dia-a-dia de uma campanha antártica nas ilhas Shetland do Sul. Durante o Verão austral, entre pinguins, focas e baleias, os cientistas estudam as características e a distribuição do permafrost (solo permanentemente gelado) (solo permanentemente gelado) e o modo como as variações climáticas o estão a influenciar.
(texto retirado de www.cienciaviva.pt)
Para ver o documentário carregar AQUI.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Uma solução para o excesso de CO2?

Aconselhamos o visionamento deste vídeo: Storing CO2 Underground in Australia
Gostavamos de receber as vossas opiniões?
Será uma solução para o excesso de CO2?
O investimento compensa?
Há outras alternativas?
...

sexta-feira, outubro 31, 2008

Somos todos culpados!

Até há pouco tempo não havia resposta para a pergunta: por que estão a subir as temperaturas na Antárctica e no Árctico? Se havia candidatos a culpados, como o aumento da intensidade do Sol, não existiam certezas científicas. Um estudo publicado ontem na revista “Nature Geoscience” garante que, afinal, as actividades humanas são a origem do problema.
Para consultar o estudo carregar aqui.

sexta-feira, outubro 10, 2008

Fundo de carbono no Colégio Valsassina 2008-2012

Enquadramento e Justificação
Num mundo em que as Alterações Climáticas constituem um dos maiores desafios para a sustentabilidade do planeta, é obrigação de toda a sociedade conhecer o seu impacte no clima bem como agir de forma a caminhar para um futuro menos intensivo em carbono.
O Colégio Valsassina está, por isso, empenhado em tornar-se numa Low Carbon School. A construção desta identidade passa pela adopção de práticas climaticamente responsáveis que integram princípios éticos e a vanguarda do conhecimento científico em matéria de redução de emissões de gases com efeito de estufa.
Pelo caminho, ao envolver toda a comunidade escolar no combate às Alterações Climáticas, o Colégio Valsassina acredita que a sua política educativa sustentável pode contribuir para a excelência da educação ambiental da futura geração de engenheiros, arquitectos, cientistas, gestores, políticos e cidadãos para que eles próprios sejam líderes capazes de desenvolver soluções eficazes para enfrentar um Clima em Mudança.
Para tornar o Colégio Valsassina uma Low Carbon School é fundamental envolver toda a comunidade escolar e desenvolver processos de apoio à concretização de medidas de redução da pegada carbónica e de compensação de emissões. Para tal será criado um fundo de carbono no Colégio Valsassina através do qual se pretende financiar medidas de redução, de compensação e de comunicação.

Um dos instrumentos de apoio ao fundo de carbono é a criação da «Taxa de Carbono» no Colégio Valsassina.

Esta «Taxa de Carbono» visa:

  • Financiar no todo ou em parte o Fundo de Carbono do Colégio Valsassina;
  • Contribuir para o cumprimento da meta de redução da pegada carbónica do Colégio Valsassina em 10% até 2012 (tendo por referência o ano base de 2006/07);
  • Envolver toda a comunidade escolar em torno de um esforço comum: combater um problema de todos e tornar o Colégio Valsassina uma Low Carbon School;
  • Contribuir para sensibilizar e educar a comunidade escolar no sentido da redução das emissões de gases com efeito de estufa.

Estão previstos vários instrumentos passíveis de executar o fundo de carbono. Estes irão acompanhar a implementação da estratégia do Colégio Valsassina a caminho de uma Low Carbon School.

Estratégia e Política Low Carbon School para 2008-2012

Na sequência do trabalho desenvolvido ao longo do último ano no âmbito do Projecto «Gestão Voluntária de Carbono: A caminho de uma Low Carbon School» e tendo por base a discussão gerada em torno do relatório da Pegada Carbónica, em particular com o Workshop realizado em Abril passado, estamos agora em condições de informar que já está definida a “Estratégia e Política Low Carbon School para 2008-2012".
Aqui deixamos apenas uma parte desse documento. Todos os interessados em consultar a versão completa devem solicitá-lo para o e-mail ecovalsassina@hotmail.com

Estratégia do Colégio Valsassina para as Alterações Climáticas
Demonstrando a sua responsabilidade climática, o Colégio Valsassina compromete-se a aproveitar o seu conhecimento e potencial educativo para actuar como catalisador da sustentabilidade da comunidade, contribuindo para uma geração futura mais adaptada a um clima em mudança. Através do seu Programa interno de Gestão Voluntária de Carbono, e integrando ética e ciência, o Colégio Valsassina está empenhado em educar e mobilizar toda a comunidade escolar com vista a tornar-se numa low carbon school.
“No institutions in modern society are better equipped to catalyse the necessary transition to a sustainable world than colleges and universities. They have access to the leaders of tomorrow and the leaders of today. What they do matters to the wider public” – David W. Orr, professor no College Oberlin e autor de “the last refuge” in Higher Education in a Warming World.

Visão
Num mundo em que as Alterações Climáticas constituem um dos maiores desafios para a sustentabilidade do planeta, é obrigação de toda a sociedade conhecer o seu impacte no clima bem como agir de forma a caminhar para um futuro menos intensivo em carbono. O Colégio Valsassina está, por isso, empenhado em tornar-se numa Low Carbon School. A construção desta identidade passa pela adopção de práticas climaticamente responsáveis que integram princípios éticos e a vanguarda do conhecimento científico em matéria de redução de emissões de gases com efeito de estufa.
Pelo caminho, ao envolver toda a comunidade escolar no combate às Alterações Climáticas, o Colégio Valsassina acredita que a sua política educativa sustentável pode contribuir para a excelência da educação ambiental da futura geração de engenheiros, arquitectos, cientistas, gestores, políticos e cidadãos para que eles próprios sejam líderes capazes de desenvolver soluções eficazes para enfrentar um Clima em Mudança.

Missão
“Students on today’s campuses are helping to lead the way now, and will soon be the leaders in business and governments who will be called on to address this ongoing worldwide threat.” – Al Gore, antigo vice-presidente dos EUA, em Abril de 2007 num programa do NWF Chill out: Campus solutions to Global Warming in Higher Education in a Warming World.
Para concretizar a sua visão, o Colégio Valsassina criou um programa interno de Gestão Voluntária do Carbono onde pretende envolver e orientar toda a comunidade escolar no caminho a percorrer para se tornar uma Low Carbon School.
O caminho a percorrer passa por contabilizar, reduzir, compensar (de acordo com a sua política de compensação) e comunicar a sua pegada de carbono seguindo orientações e metodologias reconhecidas e internacionalmente aceites.


Educar e mobilizar são as palavras-chave.
Contamos com toda a comunidade escolar para trilhar este caminho connosco...

quarta-feira, setembro 10, 2008

Compensação de emissões - A opção pelo Projecto Extensity

Projecto Extensity
«O contributo das pastagens permanentes semeadas biodiversas ricas em leguminosas para o sequestro de carbono»
http://extensity.ist.utl.pt
O Projecto Extensity – Sistemas de Gestão Ambiental e de Sustentabilidade na Agricultura Extensiva – é um projecto financiado pelo programa LIFE da Comissão Europeia e coordenado pelo Instituto Superior Técnico. Através de um Sistema de Gestão de Sustentabilidade, definido com a participação de várias ONG e do Estado, pretende-se optimizar o desempenho económico, social e ambiental das explorações agrícolas, quer directamente, quer em ciclo de vida. Em paralelo, os agricultores são apoiados tecnicamente na adopção de práticas sustentáveis.

O projecto promove a valorização deste esforço dos agricultores de duas formas: através de sistemas de certificação como Modo de Produção Biológico e Norma de Sustentabilidade Garantida, que asseguram a diferenciação dos seus produtos e a sua melhor remuneração pelos consumidores; e pela promoção da remuneração dos seus serviços ambientais e sociais pelo Estado e por entidades privadas. É neste sentido que as pastagens semeadas biodiversas e o sequestro de carbono em geral se enquadram.

Compensação das visitas de estudo 07/08

Pelo segundo ano consecutivo as visitas de estudo realizadas pelo Colégio Valsassina foram compensadas.

Assumimos desta forma a nossa responsabilidade ambiental e damos mais um passo no caminho de tornar o Colégio uma Low Carbon School.

quinta-feira, julho 03, 2008

Pegada Carbónica do Colégio Valsassina

A pegada carbónica, diz respeito ao total de emissões de GEE obtidas pelo inventário efectuado retirando o total de emissões que foram compensadas por este.
No ano a que se refere o inventário de emissões, o ano lectivo 2006/2007, o Colégio Valsassina foi pioneiro ao associar algumas das suas acções uma mensagem de responsabilidade climática recorrendo à compensação. As seguintes actividades foram compensadas:

  • 100% das visitas de estudos e passeios organizados pelo Colégio Valsassina, em autocarro, para o exterior do concelho de Lisboa, realizadas em 2007, totalizando 19 t CO2e;
  • 1 viagem de avião realizada a Londres, onde 2 alunos e um professor participaram na semana organizada pelo British Council dedicada a “greening cities”, totalizando 3 t CO2e.

Para anular o efeito de estufa destas 22 t CO2e, o Colégio Valsassina resolveu apoiar um projecto de produção de electricidade e calor a partir da biomassa em Karnataka, na Índia com o selo “gold standard” e ainda no cancelamento de licenças de emissão no âmbito do comércio europeu de licenças de emissão.
Sendo assim, considerando este total de toneladas de carbono compensadas, a pegada carbónica do Colégio Valsassina mantém-se em 94 toneladas de GEE directas e indirectas de comunicação obrigatória (âmbito 1 e 2) e de 425 toneladas de GEE indirectas de reporte voluntário.


segunda-feira, junho 30, 2008

Logotipo - Projecto GVC - Nova proposta


O aluno António Grilo apresentou a mais recente proposta para o logotipo do Projecto «Gestão Voluntária de Carbono».
Gostaríamos de recolher as vossas opiniões sobre este e os restantes trabalhos apresentados para logotipo deste projecto.

terça-feira, junho 10, 2008

WORKSHOP "A CAMINHO DE UMA LOW CARBON SCHOOL" - SÍNTESE DOS GRUPOS DE TRABALHO

Grupo de discussão: Redução
Moderador: Filipa Louro
Resultados da discussão em grupo:

  • Ajustar torneiras com temporizador
  • Racionalizar os consumos
  • Reforço da sensibilização: acções mais efectivas (concurso eco-turmas, acções de limpeza)
  • Utilização de mais papel reciclado
  • Substituição voluntária dos babetes descartáveis acompanhada de sensibilização/explicação aos pais
  • Certos equipamentos como ar condicionado devem ser utilizados apenas em certas ocasiões
  • Isolamento das janelas de alguns edifícios
  • Continuar o esforço na poupança de papel
    o Envio de circulares por e-mail
    o Evitar o envio de informações em papel em duplicado
    o Entrega de trabalhos em formato digital
    o Impressão frente e verso
    o Caixote de papel de rascunho na biblioteca
    o Reutilização dos manuais escolares
    o Envio eletrónico de recibos

Grupo de discussão: Compensação
Moderador: António Grilo
Resultados da discussão em grupo:

  • Medidas a nível nacional:
    o Contribuem para ajudar o Governo
    o Envolvem a comunidade; são mais sensibilizadoras
    o Se possível a nível regional, o mais próximo possível do Colégio
  • Medidas a nível Internacional:
    o Temos uma razão moral porque os países em desenvolvimento sustentam o nosso conforto
  • Certificação
    o Sim, por entidades credíveis;
    o Ter em atenção o balanço entre o impacto real dos projectos versus certificação
    o Estamos dispostos a pagar mais por um projecto mais credível, tendo em conta o benefício.
  • Duração
    o O mais longo possível atendendo às necessidades e tendo em conta o ciclo de vida das matérias primas

    Benefícios directos/indirectos: Devem escolher-se soluções de compromisso entre os benefícios: analisar os projectos caso a caso

    O que compensar?
    Se tivermos capacidade compensar todas as emissões
    Caso contrário compensar as mais expressivas

Grupo de discussão: Financiamento
Moderador: Joana Magalhães da Silva
Resultados da discussão em grupo:

  • Empregar 1 € do que se paga pelo Colégio na G.V.C.
  • Contactar patrocinadores através da divulgação dos projectos (empresas dos pais) uma vez que se sabe que há empresas em que essas acções “contam” para a responsabilidade social
    Paineis fotovoltaicos como fonte de financiamento uma vez que a energia se pode vender
  • Evitar-se as viagens de avião como forma de poupar dinheiro em compensação e em reduzir emissões
  • Registar a patente do prjecto e vendê-la a outras escolas uma vez que somos pioneiros e temos experiência de estar dentro do Colégio e de trabalhar dentro do projecto
  • Contactar a C.M.L. para (re)florestação do Colégio
  • Vender plásticos velhos para reciclagem/tinteiros
  • Voluntário:
    - Cálculo das emissões totais da deslocação casa-escola e escola-casa durante um ano e saber a que quantia corresponde em termos de compensação (comprar créditos)
    - Saber com quanto se deve contribuir mensalmente
    - Aplicar o dinheiro no fundo de carbono do Colégio
    - Divulgar/publicitar o que fazemos e através disso conseguir parcerias com empresas, o que acaba por ser a única fonte de financiamento